O veículo teria sido cercado e atacado por um grupo de aproximadamente 500 pessoas, sendo atingido por tiros e pedras. De acordo com Manzano, Noboa não foi ferido, mas classificou o episódio como “tentativa de homicídio”.
O presidente equatoriano tem sido alvo de protestos contra o aumento no preço do diesel, que foi de US$ 1,80 para US$ 2,80 por galão (de R$ 9,60 para R$ 15,00, na cotação atual). Em 22 de setembro, a Conaie (Confederação de Nacionalidades Indígenas do Equador) começou a organizar uma onda de manifestações.
No sábado (4.out), o governo decretou estado de emergência por 60 dias em parte do país para conter o que considerou “uma grave comoção interna”.
Noboa foi reeleito em abril para um mandato de 4 anos. Pouco depois da vitória, o governo disse ter identificado um suposto plano de assassinato.
