Segundo Jardim, o documento será formalizado em 28 de outubro, em um evento da FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária), e servirá como posição oficial do setor nas negociações internacionais.
Durante o evento pré-COP30 da FPBio (Frente Parlamentar do Biodiesel), o deputado explicou que o conteúdo da carta deve se organizar em 3 eixos principais:
- Recuperação de áreas degradadas, como política ambiental e oportunidade de investimento;
- Regulação do mercado de crédito de carbono, com normas claras e alinhadas a padrões internacionais;
- Promoção dos biocombustíveis, dentro da Global Biofuels Alliance, formada inicialmente por 8 países, incluindo o Brasil, Índia e Estados Unidos.
Arnaldo também afirmou que a carta reforçará o cumprimento do Código Florestal e o papel da agricultura de baixo carbono.
“A nossa narrativa é clara: nós temos toda a questão referente ao Código Florestal, a fiscalização mais rigorosa e paralela do mundo”, declarou.
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