
De acordo com o coordenador de relações institucionais do Instituto, Igor Pantoja, é importante que a população conheça o assunto para avaliar as políticas públicas e o impacto para atingir as metas. A pesquisa mostrou que diminuiu a visão positiva sobre alguns dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável desde 2017 para cá. Igor Pantoja acredita que isso pode ser um reflexo do período em que a Agenda 2030 perdeu prioridade no país em governos anteriores:
“Foi retomada com a atual gestão federal 2022, 2023, mas isso não teria sido suficiente para incorporar, de fato, essas questões como essenciais para a população. Muitas vezes porque também a gente não vê as políticas públicas ou as ações concretas do poder público ou mesmo de outras organizações da sociedade, indo nesse sentido”, diz.
Os entrevistados consideraram os objetivos relacionados a saúde, pobreza, fome e educação os mais relevantes. Pantoja diz que são temas muito próximos das pessoas, por isso ganham destaque.
“Já é conhecido que as prioridades da população são, realmente, essas questões que afetam mais diretamente, ali, a sua vida, em questões absolutamente fundamentais, como a fome, a questão da alimentação, a pobreza, a saúde e a educação, como aquela possibilidade de prosperidade social”, completa.
Apesar de os entrevistados apontarem o poder público como responsável pela implementação dos objetivos, o coordenador do Instituto Cidade Sustentáveis diz que o sucesso da agenda depende da parceria entre governo, sociedade civil e setor privado.
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