“O avanço foi muito grande. Hoje todas as casas têm licença, têm os seus deveres. Temos compromisso com o jogador e o jogo responsável”, declarou. “Nosso principal foco é reduzir o mercado ilegal, que ainda desestabiliza e traz risco de imagem ao setor”.
Assista à entrevista ao Poder360 (10min49s):
Segundo Plínio, sites ilegais comprometem a credibilidade do mercado e colocam consumidores em risco.
“O maior problema do mercado ilegal é a falta de comprometimento com o apostador. Os sites mudam de endereço a cada 5 segundos e muitas vezes roubam o dinheiro das pessoas com jogos fraudados”, disse.
“Esses sites permitem que menores e pessoas com compulsão joguem sem qualquer controle. Já os regulamentados exigem CPF, prova de vida e comprovante de residência.”, declarou.
Afirmou que mais de 50% do mercado no Brasil ainda é formado por empresas ilegais, o que causa perdas de arrecadação.
“Se a gente for ver em arrecadação, o Brasil tá perdendo pelo menos metade do que as bets regulamentadas pagam”, afirmou. “Já foram pagos aproximadamente R$ 8 bilhões em impostos. É fundamental o combate ao ilegal.”
