Logo no primeiro capítulo do show, vemos cientistas descobrindo uma mensagem misteriosa, que parte de um canto distante do universo. E é através dela que a humanidade se transforma completamente em uma espécie de mente coletiva — que só não afeta 13 pessoas, incluindo a protagonista Carol (Rhea Seehorn).
Como funciona o vírus de Pluribus?
No universo de Pluribus, a mensagem misteriosa que tem origem a 600 anos-luz da Terra inicialmente é interpretada como um código-Morse. No entanto, cientistas não demoram a perceber que ela na verdade se trata de uma sequência de RNA, que eles tentam replicar com métodos modernos.
- Ela é testada inicialmente em ratos, sem nenhum resultado aparente;
- No entanto, um roedor consegue “fingir sua morte” e, com isso, morde e infecta uma cientista humana;
- A partir desse ponto, a vítima começa a espalhar o vírus por sua saliva, usando os recursos do laboratório em que trabalha para enviar amostras a diferentes partes do mundo;
- No entanto, a série deixa subtendido que há outro método de transmissão mais rápido, mas mais danoso;
- Isso é visto no momento final da “invasão”, no qual poucas pessoas se mostram imunes a seu efeito.

No momento em que o vírus alienígena termina de dominar a Terra, vemos que ele pode provocar ataques epiléticos em muitos de seus alvos — e até mesmo a morte, em alguns casos. Esse acaba sendo o destino de Helen (Miriam Shor), a companheira de vida de Carol. E isso explica um dos motivos pelos quais a protagonista tem tanta raiva dos visitantes alienígenas.
Por que Carol é imune em Pluribus?
Um dos elementos que Pluribus ainda tem que explorar são os motivos pelos quais Carol, e outras 12 outras pessoas ao redor do mundo, são imunes ao vírus. Enquanto isso pode ser resultado de fatores genéticos, o lado mais sério e até mesmo triste da protagonista pode ajudar a explicar sua imunidade.

No entanto, essa teoria não justificaria os motivos pelos quais outras pessoas também mostraram resistência. Em uma reunião entre Carol e algumas delas, a série mostra que muitas estão dispostas a perder sua individualidade, contanto que possam compartilhar a mesma mente coletiva de seus amigos e familiares.
O que Pluribus deixa claro é que emoções intensas, especialmente as negativas, tendem a afetar o funcionamento dos alienígenas. Essa certamente deve ser uma “arma” que Carol pode usar para se proteger nos próximos episódios — no entanto, ela precisa tomar cuidado, pois isso coloca em risco a vida das milhões de pessoas que os invasores/visitantes têm sob seu controle.
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