“Não nos importamos com o que o império norte-americano diz, nem seu presidente, nem seu Congresso. Se na Venezuela e na América do Sul estamos decididos a ser livres, que falem e discutam o que quiserem”, declarou Maduro em um evento de seu partido.
Os Estados Unidos mantêm desde setembro ofensivas regulares contra embarcações no oceano Pacífico e no mar do Caribe.
Na 5ª feira (6.nov), o Senado norte-americano rejeitou uma proposta que obrigaria o presidente dos EUA, Donald Trump (Partido Republicano), a obter aprovação do Congresso antes de ordenar ações militares contra a Venezuela.
A resolução foi derrotada por 51 votos a 49. Foi a 2ª tentativa em 1 mês de limitar a atuação do governo em operações contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas na América Latina. Se fosse aprovada, a resolução dificilmente teria efeito, já que Trump havia sinalizado que vetaria o texto.
Ao discursar na 2ª feira (10.nov), Maduro disse: “Ninguém nos tirará a liberdade. Ninguém nos tirará a paz e a independência do país. Ninguém é ninguém. Tenha o sobrenome que tiver, chame-se como se chamar. Ninguém tirará da Venezuela a glória dessa liberdade conquistada a sangue e fogo”.
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