
O grupo, que reúne representantes do Amazonas, Bahia, Pará, Paraíba, Pernambuco e Rio de Janeiro, é composto por jovens de periferias, indígenas, quilombolas e ribeirinhos – todos envolvidos com a pauta ambiental.
Para Maria Isabel Liberato, de 17 anos, integrante do Conselho Jovem do Unicef Brasil, a Conferência em Belém representa o ponto alto de todo o ativismo climático que vem realizando há anos em sua comunidade quilombola.
“Que nós possamos ser ouvidos, que nós possamos construir em conjunto. Então, que as autoridades possam ouvir um pouquinho mais as infâncias, adolescências e juventudes e que a gente possa realmente ser pensado dentro dessas políticas climáticas, né? E para além disso: que eles possam escutar também infâncias e adolescências, principalmente aquelas oriundas de comunidades tradicionais e originárias, porque nós somos parte do futuro que eles tanto falam, mas nós também somos o presente.”
Um dos objetivos do Unicef durante a conferência é reforçar o apelo para que os países se comprometam com políticas e investimentos que considerem os impactos da crise ambiental sobre a infância e a adolescência.
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