Celebração histórica, a manifestação teve um caráter de reivindicação. A ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva, estava presente e colocou na cabeça uma “poronga”, uma lamparina usada por seringueiros no trabalho extrativista da borracha.
A concentração teve início no bairro da Pedreira, próximo do centro dos debates da COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima). Cartazes, faixas e palavras de ordem reforçaram a luta pela demarcação de territórios e pelo reconhecimento dos serviços ambientais prestados pelos povos da floresta.
O aniversário de 40 anos do CNS serviu como principal mote da marcha. Fundado em um período de grande conflito agrário, o conselho representa o legado de lideranças históricas, como Chico Mendes, e sua atuação tem sido crucial na articulação de políticas públicas voltadas à proteção das reservas extrativistas.
Entre as principais demandas levantadas pelos extrativistas, estão a urgente implementação de programas de fomento à produção sustentável, o combate ao desmatamento ilegal e a garantia de segurança contra ameaças. Os participantes enfatizaram a necessidade de maior investimento em educação e saúde para as comunidades que vivem na Amazônia e em outros biomas.
Veja fotos de Marina Silva no ato:
Marina Silva com a lamparina “poronga”, com biocombustível de andiroba e copaíba, enquanto discursa em ato em defesa da floresta viva, dos direitos territoriais e da responsabilidade climática global, em Belém
Marina Silva com a lamparina “poronga”, com biocombustível de andiroba e copaíba, enquanto discursa em ato em defesa da floresta viva, dos direitos territoriais e da responsabilidade climática global, em Belém
Marina Silva com a lamparina “poronga”, com biocombustível de andiroba e copaíba, enquanto discursa em ato em defesa da floresta viva, dos direitos territoriais e da responsabilidade climática global, em Belém
Marina Silva com a lamparina “poronga”, com biocombustível de andiroba e copaíba, enquanto discursa em ato em defesa da floresta viva, dos direitos territoriais e da responsabilidade climática global, em Belém
