O acordo contempla também munições, drones, contramedidas -que impedem que armas com sensores detectem o alvo-, bombas guiadas e o SAMP/T -sistema de defesa antiaérea de média distância-, para fortalecer a capacidade defensiva ucraniana contra a ofensiva russa.
A carta não representa uma aquisição propriamente dita, mas dá indicações políticas e estratégicas de apoio importantes. Um possível uso de recursos russos na Europa, congelados em represália à invasão da Ucrânia em 2022, está em discussão para financiar o acordo -ação que requer aprovação da União Europeia.
A expectativa é que essas ferramentas auxiliem a Ucrânia no curto prazo, depois da intensificação dos ataques russos com drones e mísseis, mas também no longo prazo, repelindo novos ataques depois da aprovação de um acordo de paz.
Em seu perfil no X, Zelensky classificou o acordo como “histórico”. Para ele, a aquisição impulsionará a cooperação tecnológica entre ambos os países.
À emissora francesa LCI TV, Macron disse que o fornecimento representava o “necessário para a regeneração das forças armadas ucranianas”.
