O caso ganhou repercussão pelo fato de o acusado ter o mesmo nome e iniciais do vice-presidente, o que motivou confusões nas redes sociais. J.D. Vance, porém, não tem qualquer relação com o réu.
Segundo documentos apresentados ao Tribunal Federal em Kalamazoo, Michigan, o réu usou o aplicativo Bluesky, em março e abril, para afirmar que mataria o presidente, o vice e Musk caso eles visitassem sua cidade, Grand Rapids. Ele também ameaçou Donald Trump Jr., depois de uma postagem especular sobre uma possível candidatura presidencial do filho mais velho do presidente. As informações são do jornal New York Times.
Em uma das mensagens, escreveu: “Se Trump, Vance ou Musk voltarem à minha cidade, sairão dela em um saco de cadáveres”. O Serviço Secreto prendeu James Donald Vance Jr. em junho, depois de rastrear as postagens.
A defensora pública Helen C. Nieuwenhuis pediu liberdade condicional, alegando que o suspeito é “delinquente primário com sérios problemas físicos e mentais”. Disse ainda que as ameaças eram “retóricas” e que ele não tomou nenhuma ação concreta para tentar executá-las.
Os promotores pediram pena mínima de 30 meses, citando histórico de ameaças do réu desde 2018, quando já havia sido investigado por ataques verbais a Trump no Facebook.
