
Apesar das posições ainda divergentes nas negociações, o secretário-geral afirmou que a presidência brasileira da COP30 ainda fará tudo para alcançar o equilíbrio entre as preocupações sobre a adaptação e mitigação.
Segundo ele, ainda se faz essencial triplicar o financiamento climático até 2030 e alinhar as contribuições nacionalmente determinadas de cada país, em geral, com um corte drástico das emissões.
No entanto, há resistência de alguns países em incluir nas metas a redução da dependência de combustíveis fósseis.
“Há, portanto, aqui um equilíbrio entre adaptação e mitigação, que me parece importante resolver e estou convencido que a presidência tudo fará para o alcançar. E, obviamente, um dos problemas essenciais em relação ao nível de emissões que temos é o fato de os combustíveis fósseis representarem 80% das emissões.”
Guterres ainda agradeceu ao presidente Lula pela liderança na condução da conferência da ONU sobre mudanças climáticas. Ele afirmou que nenhuma delegação sairá de Belém com tudo o que deseja, mas todas têm o dever de alcançar um acordo equilibrado.
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