A investigação apontou que o grupo montou uma rede de empresas de fachada e pontos de abastecimento falsos para simular operações legítimas e mascarar a real destinação do combustível.
Os policiais identificaram que os locais usados como supostos postos não tinham qualquer estrutura compatível com o serviço, não havia aeronaves autorizadas a operar nos endereços informados e o volume de combustível adquirido era muito superior ao justificável em qualquer atividade regular.
Com base nas evidências, a PF cumpriu três mandados de busca e apreensão em Roraima e no Tocantins, além de determinar o bloqueio de bens que pode chegar a R$ 20 milhões. As investigações continuam para identificar todos os responsáveis pelo financiamento e manutenção da cadeia logística que sustenta o garimpo ilegal na região Yanomami.
Fonte: Metrópoles
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