A viagem foi realizada de 29 de novembro a 2 de dezembro, começando pela Turquia. No Líbano, Leão fez seus primeiros pronunciamentos internacionais e dirigiu apelos à comunidade internacional e às autoridades políticas para promover diálogo e reconciliação.
Em Beirute, Leão 14 visitou um hospital psiquiátrico administrado por freiras franciscanas e o porto onde ocorreu uma explosão em 2020, que deixou mais de 200 mortos e prejuízos bilionários. No local, depositou flores e encontrou cerca de 60 sobreviventes e familiares. A investigação sobre a explosão segue paralisada.
O país enfrenta crise econômica desde 2019 e abriga cerca de 1 milhão de refugiados sírios e palestinos, além de lidar com as consequências do conflito entre Israel e Hezbollah.
Antes de retornar a Roma, o papa lamentou não ter visitado o sul do país, região em conflito. Pediu o fim das hostilidades e disse que “a luta armada não traz nenhum benefício”. O presidente libanês, Joseph Aoun, pediu que o papa mantivesse o país em suas orações.
