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“Os suplementos estão sendo vendidos e anunciados sem possuir registro, notificação ou cadastro na Anvisa. Além disso, o Erenobis possui a planta Pereskia aculeata (ora-pro-nóbis) como ingrediente, o que não é permitido”, declarou a agência.
A utilização da planta ora-pro-nóbis em suplementos alimentares foi proibida pela agência, em abril deste ano, por falta de evidências que comprovem a sua eficácia e segurança.
Os 2 produtos eram apresentados pela empresa como 100% naturais e capazes de fornecer mais energia ao corpo humano.
Suplemento Óliver Turbo
Outro produto atingido pela medida é o Óliver Turbo, suplemento da empresa Instituto Oliver Cursos Preparatórios Ltda, que promete “mais foco, energia e memória até 7x mais forte”. A ação fiscal proibiu ainda a sua comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e o seu consumo, também por não ser registrado na Anvisa.
Com informações da Agência Brasil
