O valor anunciado pelo governo chinês será direcionado tanto para medidas emergenciais de alívio humanitário quanto para apoiar a recuperação e reconstrução de Gaza. De acordo com Xi, a China e a França trabalharão juntas para promover uma resolução “precoce, abrangente, justa e duradoura da questão palestina”.
Além disso, pressionado pela França, Xi afirmou que Pequim continuará desempenhando “papel construtivo” na resolução conflito entre Ucrânia e Rússia –aliada da China.
Pequim nunca condenou a invasão da Ucrânia pela Rússia em fevereiro de 2022, apesar de afirmar que deseja a paz. Como parceira econômica e política da Rússia, a China é a principal compradora de combustíveis fósseis russos, incluindo produtos petrolíferos.
Apesar disso, Pequim diz que apoia Paris na construção de uma arquitetura de segurança europeia “equilibrada, eficaz e sustentável”.
