Na decisão (íntegra, em inglês – PDF – 123 kB), a Suprema Corte disse que o Tribunal Distrital “deixou de honrar a presunção de boa-fé legislativa ao interpretar evidências diretas e circunstanciais ambíguas contra a legislatura”.
A Suprema Corte declarou que “o Tribunal Distrital se inseriu indevidamente em uma campanha primária ativa, causando muita confusão e perturbando o delicado equilíbrio entre os governos federal e estadual nos pleitos”.
O mapa cria 5 novas cadeiras para o Partido Republicano na Câmara. O desenho segue orientação do presidente dos EUA, Donald Trump (Partido Republicano), que pediu a legisladores estaduais do partido que redesenhassem distritos para conseguir ampliar o número de deputados republicanos nas próximas eleições.
Ao barrar a utilização do mapa, os juízes do Tribunal Distrital afirmaram que houve “gerrymandering” racial, prática em que os limites dos distritos eleitorais são organizados para reduzir a influência de determinados grupos de eleitores. Esse tipo de ação viola a Lei de Direitos de Voto e a Constituição dos Estados Unidos.
