Martins é acusado pela PGR (Procuradoria Geral da República) de auxiliar Bolsonaro na elaboração de um plano de ruptura institucional depois da derrota eleitoral de 2022. O ex-assessor está em prisão domiciliar em Ponta Grossa, no Paraná, e recebeu autorização do ministro do STF Alexandre de Moraes para acompanhar a sessão que analisa as acusações contra ele e mais 5 réus.
