A saída se dá no mesmo dia em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizou sua última reunião ministerial de 2025 e cobrou dos ministros resultados eleitorais e posicionamento partidário para o ano que vem.
A expulsão de Sabino, que havia declarado a intenção de permanecer no ministério para conduzir temas como a COP30, intensificou o desgaste com sua legenda e acelerou sua saída do governo. Ele já manifestou planos de disputar as eleições de 2026, o que reforça o movimento de deixar a Esplanada.
Já Feliciano é uma tentativa do governo Lula em agradar setores do União Brasil, que perderam uma indicação com a expulsão de Sabino. A indicação vai para a ala governista da legenda.
O paraibano é filho da ex-vice‑governadora da Paraíba, Lígia Feliciano (PSD), e do deputado federal Damião Feliciano (União Brasil-PB). Ele tem trajetória no governo estadual, onde já ocupou cargos como secretário de Turismo e de Desenvolvimento Econômico. Gustavo deixou funções executivas para se dedicar a pré‑candidaturas no passado.
Sua mãe, Lígia Feliciano, médica e política experiente, foi vice‑governadora da Paraíba por 2 mandatos e é figura influente no cenário estadual. Hoje, atua como diretora no Ministério do Desenvolvimento Social.
Já o pai, Damião Feliciano, é deputado federal com mandatos consolidados no Estado. Por um tempo, coordenou bancada paraibana no Congresso.
