O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), disse nesta 5ª feira (22.jan.2026) que o Conselho de Paz tem a chance de se tornar “um dos órgãos mais importantes já criados”. Ele mencionou a ONU (Organização das Nações Unidas), dizendo que a organização poderia ter encerrado conflitos mundiais, mas não conseguiu.
A declaração foi dada durante a cerimônia de assinatura que estabeleceu o conselho. Entre os presentes estavam o presidente da Argentina, Javier Milei (La Libertad Avanza, direita), e o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán (União Cívica Húngara, direita). Em um momento de descontração, Trump disse gostar de todos os líderes que estavam no palco com ele. “Normalmente, tenho 2 ou 3 que não suporto”, declarou.
O presidente dos EUA declarou que, hoje, há “paz no Oriente Médio”, algo que “ninguém imaginou ser possível”. Ele repetiu que encerrou 8 guerras e sugeriu que “outra está chegando [ao fim] muito em breve”. Ele se referiu ao conflito entre a Rússia e a Ucrânia –uma guerra que disse ter considerado que seria “fácil” de encerrar e que será, “provavelmente”, a mais difícil.
Segundo Trump, ele não conversou com a ONU para colocar fim a esses conflitos. “Eles tinham um potencial tremendo”, disse. Segundo Trump, a organização poderia ter encerrado alguns desses conflitos. “Acho que eles tentaram”, afirmou.
Apesar da declaração, Trump sugeriu que o conselho deve trabalhar em conjunto com a ONU. “Quando esse conselho estiver completamente formado, poderemos fazer praticamente tudo o que quisermos. E faremos isso em conjunto com as Nações Unidas”, afirmou.
Sobre o Hamas, Trump voltou a falar que o grupo deve entregar todas as suas armas. Caso não o faça, “será o seu fim”.
O presidente norte-americano disse que os EUA têm, “de longe”, a maior força militar do mundo e mencionou a captura de Nicolás Maduro (PSUV, esquerda) em 3 de janeiro, dizendo que “os venezuelanos estão muito felizes”.
Depois de discursar Trump assinou o documento para a criação do Conselho da Paz. Na sequência, os líderes presentes assinaram o texto. Estavam no palco representantes de nações como:
- Argentina;
- Arménia;
- Azerbaijão;
- Bulgária;
- Hungria;
- Indonésia;
- Jordania;
- Cazaquistão;
- Kosovo;
- Paquistão;
- Paraguai;
- Qatar;
- Arábia Saudita;
- Turquia;
- Emirados Árabes Unidos;
- Uzbequistão;
- Mongólia.
