Nicolás Maduro Guerra disse nesta 3ª feira (3.fev.2026) sentir pela ausência do pai, o presidente deposto da Venezuela, Nicolás Maduro (PSUV, esquerda), preso nos Estados Unidos. A declaração foi publicada na rede social X um mês depois da captura do ex-mandatário por forças norte-americanas.
Maduro e Cilia Flores foram presos em 3 de janeiro de 2026 em uma operação militar dos EUA em Caracas e levados a Nova York, compareceram ao tribunal federal e foram encaminhados ao Centro de Detenção Metropolitano. O casal se declarou inocente das acusações de narcoterrorismo, tráfico de drogas e crimes com armas.
“Um mês sem seu conselho, sem sua resposta rápida, sem sua sabedoria, sem sua capacidade de ter soluções sempre. Um mês sem escutá-lo ou vê-lo diretamente. Foi difícil? Sim, muito difícil. No entanto, é um mês de certeza no povo, de nos sentirmos preparados por você para enfrentar este desafio”, escreveu Maduro Guerra.
O filho do ex-presidente preso também expressou sentimentos de fortalecimento: “E de nos sentirmos tristes, mas fortalecidos em você, sua serenidade, sua paz que nos transmite neste instante. Aqui estamos, papai, com a pátria e o povo unidos e firmes. E quando te ver novamente, nos daremos um abraço e continuaremos o caminho de Bolívar e Chávez, para que a família venezuelana tenha uma vida digna, feliz, plena e desenvolvida em todos os campos e dimensões”.

A vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu a presidência interina da Venezuela depois da detenção de Maduro. O governo interino implementou medidas para reaproximar o país dos Estados Unidos. As iniciativas incluem a libertação de prisioneiros políticos e a revisão das políticas de exportação de petróleo.
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