O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cometeu um equívoco durante entrevista concedida à jornalista Daniela Lima, do UOL, na 5ª feira (5.fev.2026). Ele confundiu o nome da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) com o da ex-deputada federal Irma Passoni.
“As eleições, de 2014 para cá, porque a radicalização das eleições começou na disputa do Aécio Neves com a Irma Passoni. O Aécio Neves foi o maior agressor que eu já vi contra uma mulher numa campanha política”, disse o presidente.
Logo na frase seguinte, Lula citou corretamente o nome da ex-presidente: “Ele [Aécio Neves] inclusive criou a radicalização entrando com processo para que a Dilma não tomasse posse”.
Irma Passoni, 82 anos, exerceu 3 mandatos como deputada federal por São Paulo, de 1983 a 1995. Ligada às Comunidades Eclesiais de Base, da Igreja Católica, atuou como freira, mas deixou o hábito em 1971, quando passou a se dedicar aos movimentos de moradores da periferia da capital paulista durante a ditadura militar (1964-1985).
Ela participou da Assembleia Constituinte, que elaborou a Constituição de 1988, atuando principalmente nas pautas ligadas ao direito das mulheres.
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