AÇÃO POLICIAL PARA DESVENDAR CRIME FINANCEIRO DE MAIS REPERCURSÃO NO BRASIL NOS ÚLTIMOS TEMPOS SUPOSTAMENTE CAUSOU MAL ESTAR ENTRE MINISTROS DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL QUE MUDARAM A NARRATIVA SOBRE A OPERAÇÃO POLICIAL
BRASÍLIA – 13/02/2026 – A PF (Polícia Federal) usou tecnologia de uma empresa israelense-emiradense para descriptografar telefones apreendidos na operação Compliance Zero. Essa investigação apura operações financeiras do antigo Banco Master, liquidado em novembro de 2025 e com um rombo na casa dos R$ 50 bilhões para o FGC (Fundo Garantidor de Créditos), a maior quebra da história no setor.
Coube ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Cristiano Zanin mencionar o caso, a contratação da Black Wall Global na sessão de 5ª feira (12.fev.2026) que retirou de Dias Toffoli a relatoria do caso Master.
Autor da exposição mais técnica de todas, Zanin relatou para os colegas que leu no relatório da PF que havia sido contratada a empresa de espionagem Black Wall Global, que ele disse não saber exatamente do que se tratava.
Nesse momento, Alexandre de Moraes fez um aparte: “Eu conheço. Isso aí é o pessoal do Mossad”. O Mossad é o serviço secreto de Israel.
Na realidade, a Black Wall Global é uma agência israelense-emiradense de inteligência digital, cibersegurança e defesa. A empresa é uma “Digital Intelligence, Cyber and Defense Agency” fundada por veteranos de unidades de elite de inteligência, contraterrorismo e aplicação da lei.
A Black Wall Global ajudou a descriptografar alguns celulares apreendidos nas operações de busca e apreensão de pessoas ligadas ao Banco Master. Um aparelho que teve o sigilo quebrado foi o de Daniel Vorcaro.
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