A empresária Regina Barili contou detalhes da pré-candidatura ao Senado e sobre o suposto envolvimento no 8 de janeiro, em 2023, no programa “Agenda da Semana” desse domingo, 15. Regina está cumprindo pena por ter participado do ato, o que segundo ela, não é verdade.
Na entrevista, concedida por telefone, Regina disse que passagens aéreas podem comprovar que ela não estava em Brasília na manhã daquele dia, e que a prisão é injusta.
Eu fiquei presa onze dias, porque estavam querendo me forçar a assinar uma nota de culpa, aonde eu dizia que eu quebrei… e eu me recusei. Então, eu não aceito, eu não podia aceitar uma culpa que não é minha.
Além disso, a empresária falou sobre rotina desde que foi acusada da participação, fazendo uso de tornozeleira eletrônica e tendo que cumprir compromissos com a Justiça há três anos.
Sábado e domingo eu não posso sair de casa. Às 22 horas eu tenho que estar em casa. Não posso sair da comarca de Boa Vista, só com autorização. Toda segunda-feira eu tenho que me apresentar no fórum penal. Eu não posso mais visitar meus pais, que já são idosos. Então, eu estou assim, vivendo o que o nosso país está escondendo.
Regina disse que até o momento não tem um partido definido, mas que terá o espectro de direita. Segundo ela, o pedido da candidatura foi também um apelo de moradores de cidades do interior, por onde ela costuma frequentar. “Eu vi que realmente eu posso fazer a diferença”, contou.
Veja a entrevista na íntegra:
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