O Manchester City teve prejuízo líquido de 9,9 milhões de libras (R$ 68,42 milhões) no exercício financeiro encerrado em 30 de junho de 2025. O resultado contrasta com o lucro de 73,8 milhões de libras (R$ 509,04 milhões) do período anterior.
A receita total do clube atingiu 694,1 milhões de libras (R$ 4,80 bilhões), queda de 20,9 milhões de libras (R$ 144,44 milhões) em relação ao exercício de 2023/2024. As despesas operacionais somaram 790,2 milhões de libras (R$ 5,46 bilhões), acima dos 779,9 milhões de libras (R$ 5,39 bilhões) registrados na temporada anterior.
Os custos com funcionários, incluindo salários de jogadores e comissão técnica, chegaram a 408,4 milhões de libras (R$ 2,82 bilhões), o equivalente a 59% da receita total. Já o lucro com a venda de atletas foi de 95,2 milhões de libras (R$ 657,93 milhões), abaixo dos 139 milhões de libras (R$ 960,63 milhões) obtidos no exercício anterior.
Nas receitas, o segmento comercial gerou 340,4 milhões de libras (R$ 2,35 bilhões), enquanto os direitos de transmissão renderam 278,6 milhões de libras (R$ 1,93 bilhão). A queda nas receitas de TV foi atribuída, em parte, à eliminação do clube nas oitavas de final da Uefa Champions League diante do Real Madrid. A bilheteria somou 75,1 milhões de libras (R$ 518,02 milhões).
O relatório também indica que o clube possui ativos líquidos superiores a 850 milhões de libras (R$ 5,87 bilhões). Entre as obrigações de longo prazo, destacam-se 253,3 milhões de libras (R$ 1,75 bilhão) relacionados a contratações de jogadores e 102 milhões de libras (R$ 704,92 milhões) devidos a empresas do City Football Group.
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