O FBI (Federal Bureau of Investigation) investiga como um caso de violência a judeus o ataque realizado na 5ª feira (12.mar.2026) à sinagoga Temple Israel em West Bloomfield, nos arredores de Detroit (Michigan). O suspeito, identificado como Ayman Mohamad Ghazali, de 41 anos, morreu depois de dirigir uma caminhonete contra o prédio.
Segundo o xerife do condado de Oakland, Michael Bouchard, o agressor conduziu o veículo contra a sinagoga. A colisão provocou um incêndio que mobilizou equipes de emergência. Bouchard declarou que integrantes da equipe de segurança do templo viram o suspeito e trocaram tiros com ele, que morreu.
A agente especial encarregada do escritório do FBI em Detroit, Jennifer Runyan, afirmou que o caso será investigado como um ato de violência contra a comunidade judaica. Um integrante da segurança da sinagoga ficou ferido depois de ser atingido pelo veículo e foi levado ao hospital. Cerca de 30 agentes também foram atendidos por inalação de fumaça.
De acordo com o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos, Ghazali era de origem libanesa. Ele chegou a Detroit em 2011 com visto para companheiros de cidadãos norte-americanos e obteve a cidadania em 2016.
O presidente Donald Trump (Partido Republicano) classificou o episódio como “terrível” e condenou a violência. “Quero enviar nosso carinho à comunidade judaica de Michigan e a todas as pessoas da região de Detroit após o ataque à sinagoga hoje mais cedo”, disse na 5ª feira (12.mar.2026) em evento na Casa Branca.