O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou nesta 6ª feira (27.mar.2026) o relatório paralelo à CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS apresentado pelo PT. O pré-candidato afirma que o documento busca desviar a atenção e proteger o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
O texto petista, que tem objetivo de substituir o parecer oficial, inseriu o nome de Flávio Bolsonaro entre os 201 indiciados. Segundo o deputado Rogério Correia (PT-MG), a inclusão do senador no relatório alternativo se deve ao que chamou de indícios de ligação entre a administradora de seu escritório, Letícia Caetano dos Reis, e o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, investigado no caso.
“O relatório governista não passa de uma tentativa desesperada de desviar a atenção e proteger Lula e o seu filho, o Lulinha. Os dois têm responsabilidade direta no caso das aposentadorias roubadas”, declarou o senador.
Na declaração, Flávio Bolsonaro sugere a existência de organização criminosa relacionada ao episódio e destaca o presidente como figura central nessa suposta estrutura.
“Se existe uma organização criminosa nesse caso, o capo está sentado na principal cadeira do Palácio do Planalto”, finalizou.
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