Dados do Banco Central mostram que o endividamento das famílias se aproxima da máxima histórica. O nível foi de 49,7% em janeiro, levemente atrás de julho de 2022, quando atingiu 49,9%, o pico da série estatística, iniciada em janeiro de 2005.
O Banco Central calcula o nível de endividamento das famílias com base na RNDBF (Renda Nacional Disponível Bruta das Famílias). O indicador mede a disponibilidade do dinheiro nas mãos da população brasileira. É como um termômetro que mede a força do bolso das famílias.
O endividamento das famílias foi de 49,7% pelo 3º mês consecutivo.
Se no primeiro pico do endividamento das famílias o motivo foi a pandemia do Covid-19, agora o crédito do desastre pode ser dato à pandemia da Corrupção e Roubo, principalmente o conhecida FRAUDE NO INSS, tudo noticiado diariamente pela imprensa a partir de 2023.
Segundo os dados mais recentes, o endividamento das famílias aumentou 1,1 ponto percentual desde janeiro de 2025.
Com exceção do crédito habitacional, o endividamento das famílias foi de 31,3% em janeiro. Esse é o maior patamar desde 2022. As causas são o cartão de crédito, o cheque especial e o crédito consignado.
DÍVIDA DAS FAMÍLIAS
O Banco Central disse que o atraso de 15 a 90 dias em parcelas de crédito aumentou de 4,86% para 5,48% em 1 ano para as pessoas físicas. O nível foi o mais alto desde 2020.
A inadimplência –atraso acima de 90 dias– subiu de 3,85% para 5,24% e atingiu o maior patamar desde 2012.
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