O jantar de gala dos correspondentes da Casa Branca, símbolo da liturgia política de Washington, foi palco no sábado (25) de tiros que acionaram o aparato de segurança da capital norte‑americana. O presidente dos EUA e a primeira‑dama precisaram ser escoltados, e o evento se converteu em investigação. O episódio trouxe à tona um mecanismo pouco conhecido: o do “sobrevivente designado”, figura mantida em local secreto para garantir a continuidade do governo, em caso de colapso do poder central.
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