A decisão da Bienal de Veneza de permitir, ainda que de forma limitada, a presença da Rússia em seus pavilhões, rompe um consenso mantido desde a invasão da Ucrânia em 2022 e expõe uma divisão que já atravessa o sistema internacional de arte. Ao sustentar a tese do diálogo cultural, a direção da mostra enfrentou nesta quarta-feira (6) a pressão direta da União Europeia e vigilância do governo italiano, ao mesmo tempo em que reabre a discussão sobre os limites da neutralidade em meio à guerra.
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