O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), Adjuto Afonso (UB), destacou a aprovação da Lei de sua autoria que reconhece a Associação Comercial do Amazonas (ACA) como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Estado. A iniciativa homenageia a entidade pela sua contribuição histórica ao desenvolvimento econômico, social e institucional do Amazonas.
Fundada em 18 de junho de 1871, a ACA é a entidade de classe mais antiga em atividade ininterrupta no Amazonas e tem papel fundamental na defesa do empreendedorismo, da livre iniciativa e dos interesses da classe produtiva.
Reconhecimento histórico
Autor da proposta, Adjuto Afonso ressaltou que a ACA acompanhou e influenciou os principais ciclos econômicos do Estado, desde o período da borracha até a consolidação da Zona Franca de Manaus.
“A ACA se confunde com a própria história do Amazonas. Este reconhecimento é uma justa homenagem à sua trajetória e ao legado construído por gerações de empresários e comerciantes que contribuíram para o desenvolvimento do nosso Estado”, afirmou o parlamentar.
A lei tem como objetivo preservar a memória institucional, o acervo histórico e a importância da entidade na formulação de políticas voltadas ao desenvolvimento econômico do Amazonas.
Legado para o Amazonas
Na justificativa do projeto, Adjuto Afonso destaca que a Associação Comercial do Amazonas atravessou mais de um século e meio de história mantendo-se como um importante espaço de representação do setor produtivo e de defesa dos interesses da sociedade amazonense.
Ao longo de sua trajetória, a ACA participou de debates fundamentais para o Estado, contribuindo para o fortalecimento da logística regional, a diversificação da economia e a consolidação do modelo Zona Franca de Manaus. A entidade também preserva um valioso acervo documental que registra a evolução econômica da Amazônia.
“Estamos preservando uma instituição que ajudou a construir o Amazonas moderno. A ACA representa a força do associativismo, do empreendedorismo e do compromisso com o desenvolvimento do nosso Estado”, concluiu Adjuto Afonso.
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