As conversas entre a Amil e as gestoras Advent International e Bain Capital esbarraram numa diferença que ia além do preço. De um lado, José Seripieri Filho, o Junior, queria vender uma participação minoritária e manter o controle da operadora. Do outro, os fundos buscavam uma aquisição de controle. A preferência sempre foi por 100% da companhia, mas aceitavam fazer negócio por uma fatia de 80%, apurou o EXAME Insight. Serem minoritários nunca foi opção.
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