A situação escalou quando o veículo que transportava Milei, sua irmã Karina Milei, o candidato a deputado nacional José Luis Espert e o articulador político Sebastián Pareja, todos do mesmo partido, passava pelo centro da Lomas de Zamora, região metropolitana de Buenos Aires. Autoridades governistas culpam opositores peronistas e kirchneristas pelo ato. As informações são do La Nación.
“Em Olivos com o PROFESSOR @jlespert e a CHEFE @KarinaMileiOk após a passagem por Lomas de Zamora, onde os “kukas” [apelido pejorativo para peronistas e kirchneristas] que jogam pedras e carecem de ideias, recorreram novamente à violência. Nos dias 7/9 e 26/10, digamos nas urnas: KIRCHNERISMO NUNCA MAIS. VLLC!”, escreveu Milei em seu perfil no X.

Leila Gianni, 1ª candidata a vereadora pela coalizão La Libertad Avanza em La Matanza, Buenos Aires, postou a foto do carro que teria sofrido os ataques. A publicação foi compartilhada pelo presidente argentino.
Indivíduos infiltrados entre apoiadores do partido realizaram o ataque utilizando materiais encontrados na própria rua. A agressão forçou o motorista a acelerar entre as pessoas para retirar o presidente da área de risco.
A comitiva precisou, então, desviar seu trajeto pela rua Laprida e não conseguiu chegar à Praça Grigera, onde estava agendado o encerramento do percurso.
