Em resposta, o presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), disse que “serão chamados os que, no decorrer dos depoimentos, houver nexo causal” em relação à investigação.
Segundo Girão, o requerimento para a convocação de Frei Chico foi apresentado não só por ele, mas também por outros colegas da oposição e pelo próprio relator da comissão, Alfredo Gaspar (União-AL).
Depois da 1ª sessão da CPMI, na 3ª feira (26.ago.2025), Viana afirmou a jornalistas que havia sido “acertado” que não haverá convocação de “âmbito político”.
“Enquanto não tivermos certeza de que houve participação, não faremos convocações. A CPMI quer ter os pés no chão e seguir as orientações técnicas. Não há previsão de que esse senhor [o Frei Chico] ou outros ligados ao governo anterior sejam convidados sem as devidas provas”, afirmou o senador na 3ª feira.
No dia seguinte à 1ª sessão, deputados integrantes da CPMI como Maurício Marcon (Podemos-RS) e Marcel van Hattem (Novo-RS) já haviam dito que não houve nenhum tipo de acordo de “blindar” Frei Chico.
O irmão de Lula é vice-presidente do Sindinapi (Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos), uma das entidades investigadas pela PF (Polícia Federal) na operação Sem Desconto, que expôs os descontos indevidos em aposentadorias.
Assista à sessão desta 5ª feira:
