“Mais de 400 pessoas foram envolvidas nos 4 dias de realização do exercício. A estrutura da APO contou com a sonda posicionada na localização do poço, o Centro de Fauna construído em Oiapoque, 6 embarcações de contenção e recolhimento de óleo, 6 embarcações para monitoramento, resgate e atendimento à fauna e 3 aeronaves”, informou a Petrobras.
A Avaliação Pré-Operacional incluiu testes de contenção de óleo, monitoramento da fauna marinha, protocolos de resgate e comunicação de emergência. O objetivo é assegurar que todas as operações da Petrobras estejam em conformidade com normas ambientais e de segurança antes da obtenção da licença para perfuração.
Em 2023, o Ibama negou licença para a exploração na Foz do Amazonas. A Petrobras pediu reconsideração. A companhia afirma que a demora no processo resultou em custo de R$ 4 milhões por dia.
A Margem Equatorial se estende do Rio Grande do Norte ao Amapá e é considerada a nova fronteira de exploração de petróleo e gás. A região ganhou notoriedade depois de descobertas de óleo na Guiana, Guiana Francesa e Suriname. No Brasil, a Petrobras tem autorização para perfurar só na costa potiguar.
