Os nomes dos potenciais compradores não foram revelados. Segundo a holding, as tratativas incluem troca de informações sob acordo de confidencialidade e discussões preliminares sobre termos econômicos e contratuais. A companhia declarou que não há garantia de fechamento de negócio, nem definição sobre preço ou cronograma. Leia a íntegra do fato relevante (PDF – 117 kB).
A PF deflagrou a operação na 5ª feira (28.ago), realizando buscas em escritórios da Reag na avenida Faria Lima, em São Paulo, principal centro financeiro do Brasil. De acordo com as investigações, o esquema usava fintechs e fundos de investimento, dentre eles os da gestora, para lavar valores bilionários provenientes do crime organizado. O PCC, segundo a PF, teria desenvolvido estruturas sofisticadas para infiltrar capital ilícito em fundos e ativos regulados.
A Reag Capital afirmou que busca assegurar a continuidade das operações, reduzindo riscos de impacto para investidores e clientes.
