O gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu (Likud, direita), criticou a manifestação do Hamas quanto à disposição de chegar a um acordo. “Infelizmente, esta é mais uma manobra do Hamas, sem nada de novo”, disse Netanyahu, segundo relato da agência Reuters.
Uma fonte oficial egípcia informou que a proposta aceita pelo Hamas estabelece uma estrutura para um acordo abrangente que possa encerrar o conflito. O Egito tem atuado como um dos mediadores nas negociações entre as partes. Israel, por sua vez, põe em marcha seu plano de ocupação da Faixa de Gaza.
Cerca de 40.000 reservistas foram convocados por Israel na 3ª feira (2.set.2025). O objetivo é acelerar as ofensivas na Cidade de Gaza. O Gabinete de Segurança de Israel aprovou em agosto seu plano para “concluir a guerra”. O anúncio sugeriu que uma grande investida deveria ser realizada em breve.
O plano divulgado em agosto consiste em 5 princípios:
- desarmamento do Hamas;
- retorno de todos os reféns;
- desmilitarização de Gaza;
- controle de segurança de Israel no território;
- estabelecimento de uma administração civil alternativa que não seja nem o Hamas nem a Autoridade Palestina.
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