Fernando Collor (atualmente sem partido) renunciou ao cargo em 1992 no final de um processo de impeachment sob acusação de corrupção. Em 2015, Collor foi alvo da operação Lava Jato e de investigações. Em 2023, foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro. Foi preso em abril de 2025 e em 1º de maio foi autorizado a cumprir a pena em prisão domiciliar.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi condenado pela Lava Jato por corrupção e lavagem de dinheiro. O petista passou 580 dias na cadeia.
Dilma Rousseff (PT) perdeu o cargo por impeachment em 2016 por causa de manipulação do Orçamento.
Michel Temer (MDB) foi preso em 2019, acusado de corrupção e lavagem de dinheiro em um desdobramento da Lava Jato.
Jair Bolsonaro (PL) foi condenado na 5ª feira (11.set.2025) pela 1ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar uma tentativa de golpe de Estado em 2022. A pena deve ser cumprida inicialmente em regime fechado.
Os outros 3 civis que foram presidentes pós-ditadura que não tiveram condenações, prisões nem perderam o cargo em processos de impeachment foram José Sarney (MDB), Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Itamar Franco (que morreu em 2011).

