As prisões em flagrante já foram convertidas em preventivas pela Justiça, ou seja, os suspeitos permanecerão detidos durante o processo criminal. A PF não revelou a identidade dos presos nem seus papéis específicos dentro do esquema criminoso.
ATAQUES HACKERS
Em julho deste ano, a C&M Software foi alvo de uma invasão que comprometeu a infraestrutura tecnológica da empresa. As estimativas preliminares indicam que a invasão pode ter provocado um prejuízo próximo de R$ 800 milhões a 8 empresas do sistema financeiro.
À época, o BC emitiu uma nota em que afirmava que “determinou o desligamento do acesso das instituições às infraestruturas por ela operadas”. Mesmo com o crime cibernético, nenhum grande banco chegou a ser afetado.
Em agosto, a Sinqia também foi alvo. A empresa de serviços financeiros, responsável por conectar bancos ao Pix foi atacada por hackers. Segundo a empresa, ela “agiu rapidamente”.
“Estamos trabalhando com o apoio dos melhores especialistas forenses nisto. Já estamos em contato com clientes afetados, que compreendem um número limitado de instituições financeiras”, afirmou a Sinqia em nota enviada ao Poder360. Leia a íntegra da nota (37 kB – PDF).
Já em setembro, o banco Santander também sofreu com a invasão hacker. A ação consistiu em um grande volume de consultas simultâneas por meio de QR Code de Pix que resultou em instabilidade e interrupção de serviços. Não houve desvio de recursos nem acesso a dados. A este jornal digital, o banco informou que “atuou com sucesso para bloquear os acessos indevidos e reportou o fato às autoridades”.
A ofensiva ao Santander difere da invasão que se deu contra a empresa de tecnologia Sinqia Digital. A ação registrada na 6ª feira (29.ago) afetou duas instituições financeiras clientes no Brasil: o HSBC Brasil e a Artta, uma sociedade de crédito.
