Durante a Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou estar gravando um vídeo para mostrar ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) –que está em prisão domiciliar por 90 dias. O evento foi realizado de 25 a 28 de março, nos Estados Unidos, onde o ex-congressista mora atualmente.
Segundo ele, a gravação teria como objetivo demonstrar apoio internacional ao movimento e ao ex-presidente, além de contestar medidas que, em sua avaliação, buscariam enfraquecer a liderança do ex-chefe do Executivo.
“Vocês sabem por que eu estou fazendo esse vídeo? Porque eu estou mostrando para o meu pai e eu vou provar para todo mundo no Brasil que você não pode calar um movimento de forma injusta, tirando o seu líder, Jair Messias Bolsonaro. Muito obrigado”, declarou durante o evento.
Assista ao momento (56s):
Depois da declaração, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 24 horas para que a defesa esclareça se o vídeo citado por Eduardo foi repassado ao ex-presidente de forma indevida. Em decisão proferida nesta 2ª feira (30.mar.2026), o magistrado reafirmou que Bolsonaro está proibido de utilizar redes sociais, seja diretamente ou por meio de terceiros.
O ministro disse também que Bolsonaro está impedido de manter comunicação com o exterior, inclusive por intermédio de terceiros.
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