O BC (Banco Central) decretou nesta 4ª feira (18.fev.2026) a liquidação extrajudicial do Banco Pleno, com a extensão do regime especial à Pleno DTVM –as entidades faziam parte do grupo do Banco Master e foram vendidas a Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro.
Em comunicado (íntegra – PDF – 65 kB), o BC disse que “a liquidação extrajudicial foi motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira da instituição, com deterioração da situação de liquidez, bem como por infringência às normas que disciplinam a sua atividade e inobservância das determinações” do Banco Central.
O BC disse que “continuará tomando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades nos termos de suas competências legais”.
Lê-se no comunicado: “O resultado das apurações poderá levar à aplicação de medidas sancionadoras de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes, observadas as disposições legais aplicáveis. Nos termos da lei, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos administradores da instituição objeto da liquidação decretada”.
De acordo com o BC, o conglomerado do Pleno é de porte pequeno e enquadrado no segmento S4 da regulação prudencial, tendo como instituição líder o Banco Pleno.
“O conglomerado detém 0,04% do ativo total e 0,05% das captações totais do Sistema Financeiro Nacional (SFN)”, disse o BC.
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