O pré-candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, disse não haver divisão no partido depois que o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), declarou que o apoio à sua candidatura não representava um “alinhamento automático”. Ele falou sobre a possível falta de apoio na sigla à jornalista Karen Lemos, durante evento em São Paulo, na 3ª feira (14.abr.2026).
Caiado, ex-governador de Goiás, classificou a declaração de Leite como uma forma “diferente” de equacionar as questões políticas.
Os 2 governadores, ao lado do chefe do Executivo do Paraná, Ratinho Junior, protagonizaram a escolha interna do PSD para a disputa ao Planalto.
O paranaense era o favorito e já estava escolhido internamente para ser o nome do partido na corrida presidencial. Em 23 de março, porém, ele desistiu da candidatura e decidiu concluir o mandato no governo local.
A disputa ficou entre Caiado e Leite. O goiano foi o escolhido da legenda. Depois do anúncio, Leite publicou um vídeo dizendo que respeitava a trajetória do correligionário, mas lamentava a decisão. Segundo ele, seu nome seria o único no partido capaz de romper com a polarização.
Em 9 de abril, Leite apresentou uma carta a Caiado dizendo querer focar nas “tantas convergências”, mas mencionou a intenção de Caiado de conceder anistia aos réus do 8 de Janeiro como ponto divergente entre os 2.
Mesmo com o gesto, o gaúcho voltou a dizer que discorda da decisão do PSD.
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