O estoque da DPF (Dívida Pública Federal) subiu de R$ 8,64 trilhões em janeiro para R$ 8,84 trilhões em fevereiro. A alta foi de 2,31%. O Tesouro Nacional publicou o resultado nesta 5ª feira (26.mar.2026). Eis as íntegras do relatório (PDF – 1 MB) e da apresentação (PDF – 870 kB).
O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que a dívida pública poderá subir para até R$ 10,3 trilhões no fim de 2026. O crescimento da dívida em fevereiro foi de R$ 199,6 bilhões. O estoque da dívida em títulos prefixados aumentou R$ 101,6 bilhões, ou uma alta de 5,7%. O motivo foi a emissão líquida de R$ 86,41 bilhões em fevereiro.
A apropriação de juros da DPF alcançou o montante de R$ 73,87 bilhões em fevereiro.
Os maiores detentores da Dívida Pública Federal continuam sendo as instituições financeiras, com 31,8% do total. Em 2º lugar fica a Previdência, com 22,6%. Os fundos ocupam a 3ª colocação, com 21,6%.
O prazo médio de vencimento da dívida caiu de 4,03 anos em janeiro para 4,00 anos em fevereiro.
O Tesouro Nacional disse que 40,9% do estoque vence de 2 a 5 anos. Outros 23,6% têm data final acima de 5 anos. Mais de 18% do estoque vende de 1 a 2 anos e 16,7% terminam em 12 meses.
O custo médio do estoque acumulado em 12 meses teve redução de 12,07% ao ano em janeiro para 11,90% anuais em fevereiro.
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