Gianinna Maradona afirmou estar convencida de que havia um “plano” articulado pelo entorno e pela equipe médica de seu pai para mantê-lo sob controle nos meses que antecederam sua morte. Não necessariamente para matá-lo, diz ela, mas para preservar interesses de quem administrava sua vida e sua marca. As declarações ocorrem paralelamente ao julgamento de sete profissionais de saúde acusados de negligência no caso que abalou a Argentina em 2020.
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