O Líbano voltou ao centro de uma crise crônica que mistura guerra, soberania limitada e pressão externa. Nesta segunda-feira (27), o presidente libanês Joseph Aoun acusou publicamente o Hezbollah de ter arrastado o país para um conflito “a serviço de interesses estrangeiros”, ao defender negociações diretas com Israel como única saída para encerrar a guerra. A reação do grupo xiita pró‑iraniano foi imediata: rejeição total a qualquer diálogo direto e promessa de manter a “resistência armada”.
Fonte original: Leia no site de origem

