Uma investigação da CNN expôs a existência de uma rede internacional de homens que compartilham vídeos e fotos de mulheres dopadas, inconscientes ou sedadas, filmadas e violentadas sem saber. O caso, que lembra a história de Gisèle Pelicot e outros episódios recentes na Europa, mostra que os agressores não são figuras excepcionais, mas homens comuns que se organizam em fóruns, grupos privados e sites pornográficos.
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