Um juiz de Utah rejeitou, nesta 3ª feira (24.fev.2026), o pedido da defesa do estudante Tyler Robinson, acusado de matar o ativista conservador Charlie Kirk, para afastar os promotores do caso.
A defesa alegou conflito de interesse porque a filha de um dos promotores presenciou o crime. Segundo os advogados, a jovem, que assistia ao evento, enviou mensagens ao pai logo após os disparos, o que poderia ter influenciado a decisão de pedir a pena de morte.
O juiz distrital Tony Graf discordou. Ele afirmou que o promotor do condado, Jeffrey Gray, tomou a decisão com base nas provas e que não há indícios de parcialidade.
O crime ocorreu em 10 de setembro de 2025. Segundo a acusação, Robinson atirou de um telhado enquanto Kirk participava de um debate com estudantes na Utah Valley University. O disparo atingiu o ativista diante de centenas de pessoas.
Robinson, de 22 anos, estudava para se tornar eletricista na época. Ele responde por homicídio qualificado, intimidação de testemunha e obstrução de Justiça.
Até o momento, o réu não apresentou defesa formal. A audiência preliminar está prevista para meados de maio, mas o juiz marcou sessões anteriores para 13 de março e 17 de abril.
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