O Manchester United planeja construir um novo estádio com capacidade para 100 mil torcedores e pretende colocá-lo como candidato a sediar a final da Copa do Mundo feminina de 2035.
A arena, orçada em R$ 12 bilhões, deve substituir o Old Trafford, inaugurado em 1910. Eis a íntegra do comunicado do escritório Foster + Partners, responsável por desenvolver o projeto (PDF – 1 MB).
Apesar de críticas pela ausência de avanços visíveis desde o anúncio inicial, o clube afirma que o cronograma segue dentro do planejado. Segundo a executiva Collette Roche, responsável pelo projeto, o pedido de licenciamento deve ser apresentado entre 12 e 18 meses – a etapa considerada essencial para viabilizar a obra.
A iniciativa está alinhada à estratégia do prefeito de Manchester, Andy Burnham, que defende a candidatura da cidade para receber a final do Mundial feminino de 2035. O cronograma projeta até 2 anos para etapas preparatórias, como licenças, aquisição de terrenos e definição de financiamento, além de mais quatro a cinco anos de construção.
O principal obstáculo está na negociação de áreas no entorno do atual estádio. O clube discute, por exemplo, a aquisição de um terminal logístico da empresa Freightliner, considerado estratégico para o desenvolvimento do complexo.
O financiamento também é um ponto central do projeto. A proposta envolve uma parceria entre investimentos privados, voltados à construção do estádio, e recursos públicos destinados à regeneração urbana da região. De acordo com Roche, há interesse de investidores, mas as negociações ainda estão em andamento.
O projeto arquitetônico foi desenvolvido pelo escritório Foster + Partners e busca combinar modernização com a preservação de elementos simbólicos do Old Trafford, como a atmosfera e a experiência dos torcedores, adaptando o espaço às exigências atuais.
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