A presidente da Petrobras, , disse nesta 6ª feira (20.mar.2026) que o “nervosismo” do mercado internacional, que impacta os preços dos combustíveis, não será repassado ao mercado nacional por causa da estratégia da estatal da “abrasileirar” os preços dos combustíveis.
“O abrasileiramento dos preços dos combustíveis é real e está funcionando. Evitamos o repasse do nervosismo internacional e da volatilidade de preços internacionais para o mercado brasileiro. Quando podemos abaixamos os preços e quando precisamos subimos, mas o nervosismo do exterior não estará com o Brasil”, afirmou durante o anúncio de investimento em visita às instalações da Refinaria Gabriel Passos, em Minas Gerais.
Chambriard deu a declaração em um momento de escalada das tensões no Oriente Médio, que têm pressionado os preços do petróleo no mercado internacional.
Nesse cenário, segundo Magda, a estratégia da Petrobras busca reduzir a volatilidade no mercado interno ao considerar custos nacionais na definição dos preços, diferentemente da política anterior baseada na paridade de importação. Segundo a estatal, o objetivo é evitar repasses imediatos ao consumidor final, especialmente em momentos de forte oscilação externa.
O modelo atual, adotado em 2023, difere da PPI (política de paridade de importação), adotada nos anos anteriores, que alinhava os preços domésticos quase integralmente às cotações internacionais e ao câmbio. Com a mudança, a estatal passou a ter maior flexibilidade para suavizar oscilações externas.
Segundo a Petrobras, a nova diretriz ajuda a evitar repasses imediatos de altas externas para o consumidor final, especialmente em momentos de forte volatilidade. Isso pode contribuir para maior previsibilidade nos preços de combustíveis como diesel, gasolina e gás de cozinha.
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