Com meta de leiloar Congonhas e São Gonçalo ainda em 2022, governo prevê chegar a 50 concessões

Com meta de leiloar Congonhas e São Gonçalo ainda em 2022, governo prevê chegar a 50 concessões
O governo espera chegar ao fim do ano com 50 aeroportos concedidos para administração da iniciativa privada, afirmou nesta quinta-feira (30) o secretário nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann, durante balanço de ações do Ministério da Infraestrutura ao longo do governo Bolsonaro.

Entre 2019 e 2021, já foram transferidos para iniciativa privada 34 aeroportos, incluindo grandes terminais, como o de Recife (PE), Vitória (ES), Curitiba (PR), Manaus (AM) e Goiânia (GO).

Está marcado para o dia 18 de agosto o leilão de mais 15 aeroportos, incluindo o de Congonhas, em São Paulo, o segundo mais movimentado do país, pelo qual passam cerca de 22,7 milhões de passageiros por ano.

O leilão foi autorizado pelo Tribunal de Contas da União no início do mês e, em seguida, o edital foi publicado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O governo espera, ainda fazer no segundo semestre deste ano a relicitação do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte. A Anac aguarda o aval do TCU para publicação do edital e agendamento do leilão.

Segundo Glanzmann, R$ 18 bilhões em investimentos privados serão contratados até o fim do ano com a concessão desses 50 aeroportos, no total. O valor será aplicado ao longo do tempo de concessão dos contratos em melhorias nos terminais.

Para 2023, ficou o leilão do aeroporto de Santos Dumont e a relicitação do Galeão, ambos na cidade do Rio de Janeiro. Inicialmente, o licitação do Santo Dumont seria feita junto com o de Congonhas, mas o governo do Rio de Janeiro resistiu à ideia, o que mudou os planos do governo federal.