“PBS” irá demitir 15% da equipe após corte de verbas federais

A PBS, emissora pública dos Estados Unidos, vai cortar 100 postos de trabalho, o que representa 15% de seu quadro de funcionários, como consequência direta dos cortes de financiamento federal. A medida inclui 34 demissões imediatas, anunciadas na 5ª feira (4.set.2025), segundo informações do jornal The New York Times.

As demissões se dão depois que o Congresso dos EUA votou, em julho deste ano, pelo corte de US$ 500 milhões em financiamento anual destinado à radiodifusão pública, afetando tanto a PBS quanto outras organizações do setor. Essa é a maior reestruturação enfrentada pela emissora pública em décadas.

A PBS, com sede em Arlington (Virginia), implementou a redução de pessoal como última alternativa. Antes de chegar a essa decisão, a organização já havia congelado contratações, restringido viagens e suspendido aumentos salariais.

Paula Kerger, diretora-executiva da PBS, comunicou por e-mail as medidas aos gerentes de estações. “Essas decisões, embora difíceis, posicionam a PBS para enfrentar os desafios atuais que a mídia pública enfrenta”, disse.

Além das demissões imediatas, a PBS fechou dezenas de cargos abertos e fez reduções durante o verão norte-americano (inverno no Brasil) em resposta à eliminação do financiamento federal para programação educativa.

A organização também reduziu seu orçamento em 21% e diminuiu as taxas cobradas de suas estações afiliadas.

Outras organizações de mídia pública também enfrentam dificuldades financeiras semelhantes. Katherine Maher, diretora-executiva da NPR (National Public Radio), declarou à Texas Public Radio que o corte de US$ 8 milhões no orçamento da organização representa um “1º passo” para lidar com a crise.

A situação financeira deve afetar principalmente as estações locais em todo o país, muitas das quais dependem do financiamento federal. Dezenas de estações de TV e rádio correm risco de fechar, e várias estão buscando recursos de subsídios para manter suas operações.

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